terça-feira, maio 3

É preciso manter o reservatório de gasolina dos carros flex sempre cheio?



Dúvidas sobre o seu carro? Quer encontrar respostas e dicas sobre mecânica, manutenção ou limpeza? Então a Oficina Autoesporte é o lugar certo para vir. Uma vez por semana, selecionaremos questões deixadas nos comentários e publicaremos as respostas no site, sempre com a ajuda de técnicos e especialistas
É necessário manter o reservatório de partida a frio dos carros flex sempre cheio, mesmo se o tanque estiver abastecido somente com gasolina? A gasolina do reservatório fica velha? Isso pode trazer problemas para o veículo? Edson Gonçalves – São Paulo

Segundo técnicos da Magneti Mareli, o reservatório de partida a frio deve estar sempre cheio, independente do tipo de combustível utilizado no tanque. Isso evita o ressecamento dos componentes. Essa gasolina envelhece, se tornando menos eficiente. Ao oxidar, ela perde os componentes mais leves, importantes para a ignição.


Goma e depósitos no sistema de partida a frio são alguns dos problemas que podem ser causados por este combustível velho. Isso não afeta, no entanto, o funcionamento do motor. Sistemas mais modernos prevêem um pequeno consumo deste combustível, o que evita que a gasolina fique velha. 


FONTE: Auto Esporte

segunda-feira, maio 2

Kia Sportage 1.7 CRDI: só não puxa às quatro...

Se o leitor acompanha habitualmente estas crónicas já percebeu que há carros que me entusiasmam a sério e outros nem tanto. Não é que hoje em dia a indústria faça carros maus. Há mais de dez anos que isso não acontece. Mas há uns que, quando os experimentamos, nos deixam a mesma sensação da nossa equipa de futebol querida, quando se limita a cumprir calendário.
Em contrapartida, há outros para os quais basta olhar para o batimento cardíaco acelerar. É o caso do novo Kia Sportage.
Já por ocasião do seu lançamento em Portugal e de um brevíssimo contacto tínhamos ficado com boa impressão do carro. Agora, depois de três dias ao volante, essas impressões saíram reforçadas. Falar das linhas exteriores é sempre subjetivo mas o novo Kia Sportage é dos que fazem virar cabeças nas ruas e levam os mais atrevidos a vir perguntar "que carro é este?".
Espaço interior generoso, incluindo uma boa bagageira com alçapões (onde há um verdadeiro pneu sobressalente, contra o que é costume nos carros recentes) e posição de condução irrepreensível. Ao volante, impressiona um motor suave, redondinho e económico (1.7 turbodiesel de 115 cavalos). Bate aos pontos o antigo motor de dois litros e 120 cavalos em todos os campos: recuperações, suavidade, consumo (que é como quem diz emissões) e ruído.
A caixa de seis velocidades tem um casamento de amor com este novo motor, deixando trocar para a mudança acima logo às 2.000 rotações. É, por isso, mais agradável de conduzir na cidade. Em autoestrada, onde o antigo modelo dava a sensação de "acabar" aos 140 km/h, este vai a pouco mais de 2000 rotações, em sexta.
Peço licença para discordar do que alguns camaradas meus têm escrito sobre o consumo deste SUV. É verdade que facilmente nos deixamos arrastar para um andamento em que fazemos sete litros aos cem. Pudera! O carro é divertido de guiar. Mas, depois de lhe apanhar o jeito, não é difícil descer para mais perto dos seis sem termos a sensação de nos andarmos a arrastar, asfalto fora.
O Kia Sportagem curva com categoria, ainda que numa ou outra situação (lombas de velocidade, mau piso, etc) asuspensão pareça algo seca, também por efeito dos pneus relativamente altos. Mas se, de noite ou com chuva lhe surgir, vinda do nada, uma daquelas assassinas lombas de betão que ainda há em Oeiras ou Cascais, o novo Kia Sportage irá saltar como um verdadeiro jipe (dizemos isto, não para recomendar este tipo de manobra mas como prova da segurança do carro).
Em cidade há mais um atributo a considerar: um eficiente sistema ISG, vulgo Start and Stop, que não atrapalha a condução e ajuda a limitar consumos nos engarrafamentos. A versão mais cara tem câmara de marcha-atrásincorporada no espelho retrovisor.
E quanto a TT? Só com tração à frente não se lhe pode pedir muito mas com piso seco ainda faz umas brincadeiras porque a altura ao solo é razoável. Tem um sistema eletrónico de controlo de descida que não vale umas redutoras mas sempre ajuda em rampas íngremes e escorregadias.
Já que falamos de preços, a versão mais acessível surge por € 25.980, que sobe para € 29.847 no modelo mais equipado. Sublinhe-se que estamos a falar de versões unicamente com tração à frente porque se quiséssemos ir para uma hipótese 4x4 o preço dispararia para uns assustadores € 40.000, mais que uma "pick-up" de topo de gama. Dá que pensar...
Sem prejuízo do enorme progresso que este carro representa e que neste momento faz dele uma das melhores escolhas do segmento (a par do Dacia Duster, num registo mais espartano e numa fasquia de menos € 5.000) oantigo Sportage de 2004, tal como o seu "primo" Hyundai Tucson, merece que deitemos uma lágrima por ele.
Por este preço, puxava às quatro e era surpreendentemente bom fora de estrada (apenas limitado pela altura ao solo e pela pouca redução da primeira velocidade). Dos areais da Namíbia aos barros da foz do Limpopo, das serras de Fafe aos pinhais da Comporta nunca me deixou ficar mal. Que descanse em paz...
FONTE:  Expresso

quinta-feira, abril 28

Kia vence prêmio Best Cars 2011 em 3 categorias.

A Kia Motors do Brasil foi premiada em três categorias na edição 2011 do prestigiado prêmio Best Cars, promovido anualmente pela revista Carro, da Motorpress Editora. A marca foi eleita na categoria Cliente Mais Satisfeito, uma das mais importantes da premiação, enquanto o Kia Soul venceu em Station Wagon/Monovolume e o Kia Sportage em SUV.
Esta edição de Best Cars recebeu mais de 10 mil cupons preenchidos por leitores da revista Carro e também por meio de acesso no site www.carroonline.net (com senha ao votante). Desse total, pouco mais de 5,5 mil votos foram enviados para Stuttgart, na Alemanha, sede da Motorpress International, onde foram consolidadas as respostas dos participantes. A compilação desses dados resulta em relatório de análise de mercado e performance das marcas. Na categoria Cliente Mais Satisfeito, a Kia Motors foi eleita com 91,9% dos votos.
Na categoria Station Wagon/Monovolume, o Kia Soul obteve a preferência de 26,1% dos eleitores e ficou à frente do Citroën C4 Picasso e do Honda New Fit. E, finalmente, na categoria SUV Sport Utility Vehicle, o Kia Sportage faturou mais um prêmio ao concorrer, na final, com o Hyundai iX35 e com Sorento, da própria Kia Motors.
"Obviamente, para a Kia Motors do Brasil, o prêmio mais importante da noite foi o de ´Cliente Mais Satisfeito`, por reproduzir a opinião dos consumidores finais que reconheceram, mais uma vez, o trabalho desenvolvido pela importadora e sua rede autorizada de concessionárias", enfatizou José Luiz Gandini, presidente da empresa.
I
Interior do Kia Sportage 2011

FONTE: CARZ

quarta-feira, abril 27

Marcas coreanas e chinesas impõem novo padrão no segmento automotivo brasileiro.

 Marcas coreanas e chinesas impõem novo padrão no segmento automotivo brasileiro
Uma matéria que saiu essa semana no site da Veja fala a respeito das mudanças em que o mercado automotivo nacional passou desde os anos 90, com abertura das importações. De lá para cá várias marcas chegaram, mas especialmente as coreanas e chinesas mudaram o padrão em que as coisas eram feitas.
Um grupo se foca no segmento que fica na faixa de 30.000 reais, e o outro em 60.000 reais. A Kia teve seu melhor ano no Brasil em 2010, aumentando suas vendas em nada menos que 121%. E ela quer ainda mais em 2011.
A Hyundai, que é irmã da Kia, também teve um 2010 muito bom, especialmente por conta do i30, crescendo 36% em relação ao ano anterior. O diretor da Kaiser Associates, uma empresa especializada no segmento automotivo, comentou que os coreanos atingiram um patamar de qualidade ótimo, comparável ao dos japoneses, só que com um design mais moderno e um preço mais competitivo.
E se 2010 foi o ano das coreanas, 2011 está sendo o ano das chinesas, especialmente por conta do impacto que a JAC está causando no mercado, juntamente com a já bem estabelecida Chery. Com um investimento total de 380 milhões de reais para seu lançamento, dos quais 140 milhões direcionados a publicidade, a JAC, em poucas semanas, ultrapassou, com seu modelo J3, concorrentes de peso como Palio, Gol e Fiesta em número de emplacamentos na cidade de São Paulo. Com isso a JAC já alterou sua previsão para 2011 de 35.000 para 45.000 unidades.
A Chery terá uma fábrica no Brasil, operando a partir de 2013, e tem previsão de produção de 150.000 unidades por ano. O sucesso das chinesas pode ser explicado pela relação custo-benefício, proporcionada pelo baixo custo de produção do país asiático e um câmbio favorável – haja vista que Pequim insiste em manter sua moeda, o yuan, em patamar bastante desvalorizado.

terça-feira, abril 26

Com Rio Sedan, Kia entra na briga dos compactos.

A Kia leva o novo Rio Sedan ao Salão de Nova York (EUA). O modelo adota a nova e inconfundível identidade da Kia, assinada por Peter Schreyer, e chega ao mercado norte-americano para buscar espaço no segmento dos compactos, como o novo Ford Fiesta e o Chevrolet Sonic.


Kia Rio Sedan - foto Divulgação

Kia Rio Sedan - foto Divulgação

Kia Rio Sedan - foto Divulgação

Kia Rio Sedan - foto Divulgação
Nos EUA, o Rio Sedan vai brigar com Fiesta Sedan e Sonic

Os traços do Rio Sedan seguem os da versão hatchback, que foi apresentada no Salão de Genebra (Suíça), em março. O modelo tem uma versão específica para o mercado chinês, batizada K2, com visual ligeiramente diferente e parecido com o do Kia Optima. 

O Rio Sedan será vendido em três versões nos EUA: LX, EX e SX. Entre os equipamentos, todas terão seis airbags, freios ABS (antitravamento) com distribuição eletrônica (EBD), controles de estabilidade (ESP) e tração (TCS). As mais caras poderão ter ar-condicionado automático, piloto automático, computador de bordo, rádio via-satélite Syrius, entre outros.

Nos EUA, o Kia Rio Sedan será vendido somente com uma opção de motor. Trata-se do 1.6 GDI com injeção direta de gasolina e 140 cv (cavalos) de potência. Dotado de sistema Stop&Start, tem consumo médio de 17,2 km/l. Seu câmbio poderá ser manual ou automático, sempre com seis velocidades.