quinta-feira, junho 9

Test-drive: conheça o novo Kia Picanto, que desembarca no Brasil em agosto

Divulgação


A segunda geração do Kia Picanto mal chegou ao mercado europeu e já tem data para estrear no Brasil. O subcompacto coreano desembarca por aqui em agosto, apenas três meses após ganhar as ruas europeias. A estratégia da marca em manter sua linha atualizada em todos os mercados do mundo, inclusive por aqui, é a mesma das marcas premium, que veem a demora em trazer suas novidades como sinônimo quase certo de quedas nas vendas.

Veja o álbum de fotos

Para o Brasil, as estimativas são de que o Picanto chegue às concessionárias a partir de R$ 36 mil e que se aproxime das 2.000 unidades vendidas por mês. Nos quatro primeiros meses deste ano, a média de vendas mensais do modelo foi de 880 unidades, demonstra o otimismo da Kia com a nova geração do subcompacto.

O Picanto 2012 parece um carro totalmente novo. As linhas do designer badalado Peter Schreyer deram um aspecto mais musculoso ao carrinho. As mudanças foram bem-vindas, já que suas vendas são impulsionadas em grande parte pelo visual. A dianteira traz para-choque mais bojudo, com molduras pretas que envolvem os faróis de neblina maiores. Os faróis mais alargados estão mais modernos. A grade passa a seguir a mais recente linguagem de design da Kia, apelidada pela marca de nariz de tigre.

Já a lateral tem linha de cintura crescente, com início na caixa de rodas dianteira e terminando na lanterna traseira. Na parte posterior, o Picanto traz lanternas em formato irregular e a placa migrou do meio da tampa do porta-malas para o para-choque, garantindo um visual mais limpo.

Além das mudanças estéticas, o novo Picanto também cresceu. O modelo agora tem 3,6 metros de comprimento, 6 cm a mais que na última geração. Com isso, o entre-eixos cresceu 1,5 cm e o porta-malas passou a oferecer 200 litros – 27% a mais de espaço no bagageiro, segundo a fabricante.

No Brasil, é provável que o Picanto 2012 seja lançado com a versão flex do motor 1.0 de 3 cilindros. Este propulsor de 82 cv e 9,4 kgfm de torque conta com comando das válvulas de admissão variável e promete um consumo reduzido de combustível e, consequentemente, menores emissões de CO2. Ele substitui o motor 1.0 de 4 cilindros a gasolina e 64 cavalos, reconhecido pela sua economia. O câmbio poderá ser manual ou automático de cinco marchas.

Já o pacote de equipamentos é completo. O modelo vendido na Europa é equipado com luzes diurnas em leds, freios com ABS e EBD, botão de partida do motor e pode contar com até sete airbags, dependendo da versão. Para o Brasil, são esperados os mesmos equipamentos.

Primeiras impressões: pequena valentia
(Por Carlo Valente do Infomotori/Itália)


O novo Kia Picanto herda da primeira geração um equilíbrio substancial entre racionalidade e eficiência. No sentido que é um carro para cidade, que tem boa dirigibilidade e convence por suas características econômicas. Comparado com a versão anterior, o novo modelo é mais espaçoso por dentro e também ganha um valioso porta-malas.

O conforto é satisfatório, embora os detalhes permaneçam decididamente simples. O ambiente interno é o menos empolgante do carro. O que não pesa tanto na avaliação geral, já que não é um carro no qual se pretenda passar muito tempo dentro, sendo algo mais funcional.

Em particular, se levado em conta o segmento e o motor de 3 cilindros, o isolamento acústico é excelente. Os instrumentos são claramente visíveis e tanto o volante quanto a alavanca de mudanças estão em posição adequada. Para o motorista, a visibilidade do exterior do veículo não é problema.

O motor, com seus 82 cv e 9,4 kgfm de torque, está de acordo com o carro. Certamente não dá para arrancar forte, mas se tem uma boa evolução e relacionamento equilibrado, embora não cause grande emoção. Mas a força dessa unidade propulsora não é a aceleração, e sim o consumo, que é de 23,9 km/l, com emissões de 99 gramas de CO2 por quilômetro.

O modelo tem desempenho equilibrado e consistente. Suas melhoras aerodinâmicas ficam visíveis quando se percebe que a saída de traseira foi reduzida nas frenagens, o que ajudou a aumentar a precisão na direção. As mudanças, por fim, são apenas regulares, sem muito alarde. Apenas uma sintonia fina do Picanto já conhecido.

FONTE: R7

quarta-feira, junho 8

Kia fecha maio com recorde de vendas

Foto
A Kia Motors fechou o mês de maio com o melhor volume de vendas já registrado no Brasil. Foram comercializados no período 8.111 veículos, resultado 114,3% superior se compararmos com o mês de maio de 2010. Em relação a abril deste ano, quando foram emplacadas 7.708 unidades, a alta foi de 5,2%. No acumulado de janeiro a maio, a sul-coreana somou 33.149 veículos, obtendo crescimento de 76%, ante as 18.838 unidades vendidas no mesmo período do ano passado.

Para José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil, a expectativa é de aumentar ainda mais o volume mensal da importadora, com a chegada do Koup, a versão cupê do Cerato, ainda neste mês, por R$ 80 mil, além da nova versão do monovolume Carnival, em julho, do novo hatch Picanto, em agosto e o sedã Optima, em novembro. No ranking mundial de vendas, a Kia Motors Corporation ocupa a oitava posição. No mês de abril, a sul-coreana foi a marca que mais obteve crescimento nas vendas (28,1%).

Cerato é o modelo mais vendido

O médio Cerato continua sendo o modelo mais vendido pela Kia e fechou o mês de maio com 3.064 unidades emplacadas, contra 2.651 unidades no mês anterior. O segundo na lista é o crossover Soul, que somou 1.806 exemplares, seguido do utilitário Sportage, com 959 unidades.

FONTE: Carsale

terça-feira, junho 7

Kia Cadenza chega como aposta realista entre sedãs grandes

Pare tudo o que estiver fazendo por um instante. Arraste a aba acima para a direita e observe o sedã bordô. Agora, vamos repetir a pergunta feita pelo jornalista Luís Perez, editor do site Interpress Motor, em reportagem de abril de 2008"Se você tiver de adquirir um sedã grande, mas com itens de conforto e tecnologia que não sejam facilmente encontrados na maioria dos modelos que estão no mercado, qual seria a sua escolha?"

Sem depender de dotes de magia ou adivinhação, podemos cravar: você não escolheu o Opirus. Segundo dados da Fenabrave, apenas 128 compradores colocaram o sedã na garagem em 2008; e durante os 12 meses de 2009, o total rareou para 17. Ainda assim, ele foi a melhor opção (na verdade, a única) da coreana Kia no segmento. Só para comparar, a co-irmã Hyundai tinha o Azera, com pacote semelhante, e conseguiu vender 7.261 e 7.269 unidades em 2009 e 2010, respectivamente. Tudo por conta da embalagem mais ajeitada.
Que tal começar de novo? Volte à imagem e arrasta a aba para a esquerda para ver o sedã branco por inteiro. Foi o que a Kia fez, se valendo do talento do alemão Peter Schreyer, seu projetista-chefe oriundo da Audi, considerado em conversas internas do setor como dono dos mais belos desenhos automotivos da atualidade. O sedã grande Cadenza foi lançado mundialmente em 2010 e ficou conhecido do brasileiro no último ano, durante o Salão do Automóvel de São Paulo. Agora em 2011, finalmente substitui o decadente Opirus no catálogo da marca na internet. Os detalhes da evolução são explicados nas legendas das fotos no próprio site da uol carros, clicadas por Murilo Góes:

MELHOR ASSIM
Como é possível observar, o Cadenza, chamado de K7 na Coreia do Sul, vai na contramão do Opirus e chama atenção pela beleza, suplantando também o agora conservador Azera e alinhando-o ao recém-chegado Sonata, embora menos exagerado e por isso mesmo, em nossa opinião, menos cansativo.
Com 4,96 metros de comprimento, 1,85 m de largura e 2,84 m de entre-eixos, o Cadenza deixa para trás quase todos os concorrentes diretos em matéria de espaço interno: o Honda Accord (V6 com 278 cv) tem 2,80 m; Ford Fusion (V6 com 243 cv), 2,72 m; e o Toyota Camry (V6 com 284 cv), 2,77 m. Apenas o australiano Chevrolet Omega vai além, com 2,91 m de entre-eixos, um vão imenso para pernas e joelhos e um V6 com 296 cv. O modelo da Kia também é mais forte e arejado que os conterrâneos Azera (V6 com 265 cv e espaço de 2,78 m) e Sonata (2.4 de 182 cv e 2,79 m de entre-eixos), embora só tenha o primeiro como rival em termos de motorização: um seis-cilindros em V de 3,5 litros move o sedã grande da Kia, com potencia máxima de 290 cv a 6.600 giros e torque de 34,5 kgfm a 5.000 rpm. O bloco é forjado em alumínio e conta com sistema CVV-T-VIS, com controle variável de válvulas na admissão e exaustão e corrente de distribuição com funcionamento silencioso. A tração é dianteira e o sistema de suspensão é independente, tipo McPherson à frente, Multi-link atrás. Tudo comandando por um preciso câmbio automático de seis marchas, com opção de trocas sequenciais apenas na alavanca.
A ficha técnica completa (apenas em Inglês) pode ser vista após um clique aqui.
O Cadenza começa a ser vendido com um esquema de preços um tanto confuso -- aparentemente são três pacotes, quando de fato há apenas uma configuração, bastante recheada por sinal, e dois complementos:
- Z.554: R$ 119.900
Sim, são quase R$ 20 mil acima do mais caro Azera, mas quase na mesma faixa do preço de estreia do Sonata, que atualmente custa R$ 105 mil. Inclui chave inteligente, espelhos retrovisores elétricos com rebatimento automático, faróis com LED e facho duplo de xênon, rodas e estepe de liga leve de 17 polegadas, revestimento total de couro, bancos dianteiros e volante com ajustes elétricos, ar digital dual zone e aquecimento dos bancos, desembaçador automático dos vidros, sensores de chuva e luminosidade, sensores e câmera de ré com imagem no retrovisor interno, persiana elétrica com acionamento automático, encostos de cabeça ativos, cintos de segurança com pré-tensionadores, airbags frontais, laterais e de cortina, freios com antitravamento (ABS), distribuição eletrônica de frenagem (EBD) e controle de estabilidade (ESP), entre outros.
- Z.555: R$ 124.900
Os R$ 5 mil extras compram o teto solar duplo, com abertura elétrica para os ocupantes dos assentos dianteiros e visão panorâmica para quem está atrás, e o travamento automático das portas com o carro em movimento. Esta, aliás, foi a versão testada nesta avaliação.
- Z.556: R$ 127.900
O adicional aqui é o revestimento interno todo na cor branca, algo inútil (em nossa opinião) no ambiente tropical poluído de nossas metrópoles.
A lista completa de equipamentos, você encontra (desta vez em Português) aqui.

TRÊS AMBIENTES

  • Murilo Góes/UOL
    Bancos dianteiros (acima) têm ajustes elétricos, sendo que motorista tem memórias para suas regulagens e a melhor posição de toda a cabine.
  • Murilo Góes/UOL
    Atrás, conforto de classe executiva, comando do sistema de som e climatização dos bancos e, também, iluminação do teto solar panorâmico.
  • O motorzão V6 roda suave e não se faz notar na cabine, pelo menos até ser provocado.
IMPRESSÕES
Você sabe: para se dar bem nos segmentos superiores é bom ter conteúdo, mas é melhor ainda ter boa aparência e exibir gadgets a todo instante e por qualquer coisa. Resumindo, ser bonito e antenado. É o que o Cadenza faz por seu motorista, mesmo antes deste entrar na cabine. Com a chave inteligente no bolso, basta se aproximar da porta e mover a mão em direção a fechadura... dois focos de luz (um do retrovisor, outro da maçaneta) iluminam seus passos, enquanto o retrovisor que estava recolhido se abre e a porta destrava, tudo de forma autônoma. Com a porta aberta, o nome Cadenza iluminado por LEDs vermelhos se destaca na soleira cromada e agarra os olhos de quem observa. Já instalado no banco amplo e confortável do motorista, basta apertar o botão de partida para que uma sineta eletrônica anuncie que o motor foi ligado, enquanto um vistoso "Welcome" apresenta as boas-vindas da Kia na tela de LCD atrás do volante. Quem vai atrás, com generoso espaço para pernas, pode regular ar condicionado e aquecimento dos bancos, além de escolher o que será ouvido no sistema de som, que se ressente de não ser premium ao distorcer graves e agudos.
As saudações do computador de bordo ao motorista são importantes para avisá-lo de que ele já pode rodar com o Cadenza. E para mostrar que este é, com certeza, o melhor lugar do carro: o motor V6 é silencioso ao extremo em ciclos urbanos, rodando preferencialmente no intervalo dos 1.350 giros, ao passo em que o bom sistema de isolamento e o para-brisas laminado ajudam a reforçar o conforto acústico da cabine. A suavidade é tamanha, que a Kia afirma que o sedã de quase duas toneladas faz 10 km/l de gasolina. Mas não se engane com a cadência, que o carro não é manso, pelo contrário.
Pise fundo no pedal projetado de forma a manter o calcanhar alinhado ao joelho, e o furor dos 290 cv de potência se fará notar prontamente, com direito a ronco grave e tudo, num convite permanente à aceleração. O sistema de estabilidade vai domar os impulsos da traseira o tempo todo, garantindo uma pilotagem digna de carro compacto, a não ser que sua ousadia e braço garantam o direito de rodar com o controle desligado e o terceiro volume "vivo". De toda forma, a pré-carga dos cintos e os encostos de cabeça ativos, e mais tarde a miríade de airbags, estarão lá para assegurar algum suporte em caso de emergência. Nesse ritmo, a marca de consumo chegará perto de incivilizados 4,5 km/l.
Para quem observa de fora, e tivemos a curiosa oportunidade de cruzar com outros dois Cadenza brancos durante nossa avaliação, o sedã mantém essa bipolaridade, sendo imponente com suas formais mais horizontalizadas e hipnóticas luzes diurnas em forma de arco leitoso, mas também inspirando temor, graças ao perfil esportivo proveniente do design que tem muito em comum com modelos da Audi como o A5, finalizado com detalhes como a dupla saída cromada de escapes e rodas aro 17. O melhor de dois mundos que justificam a totalidade do pacote

FONTE: Uol

segunda-feira, junho 6

Cerato vende mais que Civic em maio.



Kia Cerato: modelo coreano ocupa pela primeira vez o segudo lugar em vendas entre os sedãs médios
O terreno dos sedãs médios está em ebulição, com novos modelos chegando às lojas e dois tradicionais integrantes das três primeiras posições no ranking de vendas com problemas. O principal deles fica por conta do Honda Civic, que está com apenas a versão SE disponível nas lojas e com o lançamento da nova geração adiado para o início do ano que vem. Com isso, o carro perdeu fôlego no mercado e acabou sendo superado pelo Kia Cerato, que vinha ocupando o terceiro lugar em vendas no segmento nos últimos meses e agora em maio figura como vice-líder, atrás do Toyota Corolla (4.581). Foram 3.064 unidades do modelo coreano ante 2.163 do concorrente da marca japonesa.

O segundo modelo importante que patina em vendas é o Chevrolet Vectra , que deixará de ser produzido em agosto para dar lugar ao Cruze, que chega em setembro. Às vésperas de ser substituído, o sedã da GM passou a ficar mais próximo do Fiat Linea em vendas. A diferença entre os dois nunca foi tão próxima, de 305 unidades (1.675 do Chevrolet e 1.370 do Fiat). E os recém-lançados Peugeot 408 e Renault Fluence não tiveram um começo animador. O primeiro fechou o mês passado com 607 unidades vendidas e o outro com apenas 446, sendo superado até pelo veterano Citroën C4 Pallas (552).


FONTE: Auto News

sexta-feira, junho 3

As novas estrelas Kia

Arnon César, diretor da concessionária Kia em Natal, nos informa que a empresa que representa vai lançar no Brasil, este ano, três automóveis: nova geração do Picanto, em agosto; sedã Optima e o hatch Rio, em novembro.  

O Picanto (flex) trará motor 1.0 de 3 cilindros e 80 cv de potência (etanol). "O Picanto flexível começa a ser feito na Coréia do Sul este mês, embarca em julho e chega às lojas em no mês seguinte", declarou Ari Jorge, diretor comercial da Kia Motors do Brasil, por telefone, a Autos & Motores, esta semana. 

Segundo José Luiz Gandini, presidente daquela importadora, o preço do novo Picanto (foto) vai gravitar em torno dos R$ 35.000,00.

O presidente da Kia do Brasil confirmou, ainda, que em novembro a Kia lança no Brasil o sucessor do Magentis, o sedã Optima, com motor 2.4 16V, 4 cc, de 180 cv , para concorrer com o Hyundai Sonata. Preço: 105.000,00.





FONTE: Tribuna Do Norte

quinta-feira, junho 2

Kia Cerato Koup chega ao Brasil por R$ 79.900

A Kia finalmente começa a vender no Brasil o Cerato Koup, versão cupê esportiva do sedã de mesmo nome mostrada no Salão de São Paulo de 2010. O modelo chega para ser um carro de imagem para marca coreana e vai custar R$ 79.900 em pacote único. A estimativa da Kia é vender cerca de 50 unidades do Koup por mês.

Kia Cerato Koup - foto Divulgação

Kia Cerato Koup - foto Divulgação

Kia Cerato Koup - foto Divulgação
O Koup tem traços mais contundentes do que o Cerato sedã

Diferentemente do Cerato sedã, vendido com motor 1.6 16V de 124 cv (cavalos), o Koup vem equipado com um 2.0 16V de 156 cv. O câmbio tem somente a opção automática, com seis velocidades e opção de trocas sequenciais. Transmissão manual não está prevista para o esportivo.

Entre os itens de série, o cupê da Kia oferece ar-condicionado automático, teto solar, revestimento interno em couro, computador de bordo, piloto automático, além de sistema de áudio com MP3, entrada USB e conexão para iPod, comando de troca de marchas no volante, sensores de farol e estacionamento e rodas de alumínio de 17 polegadas.

O pacote de segurança inclui airbags frontais e laterais, freios a disco nas quatro rodas com ABS (antitravamento) e EBD (distribuição eletrônica de frenagem) e controle de tração. A única opção (sem custo) é interior integralmente em preto ou com ou com painel e laterais em vermelho.

FONTE: Interpress Motor

quarta-feira, junho 1

Kia é a marca que mais cresce no Brasil

A Kia foi a marca que mais aumentou as vendas de carros e comerciais leves no primeiro quadrimestre deste ano, entre as dez primeiras do ranking. A empresa coreana vendeu de janeiro a abril 25.038 unidades, ante 15.053 no mesmo período do ano passado, o que resultou num crescimento de 66,3%, graças às boas vendas especialmente do Sportage, Cerato, Soul e Sorrento.

Kia Cerato 2010

Um resultado bem acima da média: o mercado como um todo teve crescimento de apenas 3,8% no período.

A Kia deu esse salto espetacular na participação, de quase um ponto percentual: passou de 1,5% em 2010 para 2,4% do mercado de carros e comerciais leves.

Algumas marcas tiveram crescimento maior, mas, com pequeno volume de vendas, estão fora da lista das Dez Mais. Nesse segmento, destaque para as chinesas Chery e Hafei, com 3.478 e 4.927 unidades vendidas no quadrimestre, respectivamente, e crescimento de mais de 300%. Outras marcas, com presença ainda menor no mercado, tiveram aumentos expressivos, como a Jinbei (364%), a Hafei (285%), Jeep (343%) Changan (143%), Ssangyong (99%), Porsche (72%) e Mini (64%)

Das quatro grandes, somente a Volkswagen cresceu acima da média do mercado, + 5,8%, com 219.184 unidades de janeiro a abril deste ano. A Fiat vendeu 232.362 no quadrimestre e cresceu apenas 2,7%. GM e Ford tiveram queda de vendas.

No ano passado, neste mesmo período, a GM vendeu 206.627 unidades; neste ano caiu para 194.163, uma redução de 6%, 12.464 veículos a menos. A Ford vendeu 7.734 carros a menos e teve uma queda de 7,1%.

Entre as marcas que apresentaram crescimento é preciso destacar as francesas Citroën e Renault. A Citroën foi a segunda que mais avançou este ano entre as Dez Mais. Vendeu 30.092 unidades de janeiro a abril, contra 24.785 no mesmo período do ano passado, crescendo, portanto 21,4%. Tinha 2,5% do mercado, agora tem 2,9% A Renault vendeu 53.165 unidades este ano, 14,3% a mais do que no quadrimestre do ano passado.

Vale destacar o bom desempenho da Nissan, que cresceu 63%, com 16.954 carros vendidos. Iveco (comerciais leves) e BMW cresceram acima dos 40%. Land Rover cresceu 35%, Volvo 28,5% e Audi 17,8%.

Por outro lado, é preciso registrar o mau desempenho de algumas marcas, que perderam participação em 2011. A Honda vendeu 36.818 unidades, -7,8% do que no mesmo período do ano passado e foi a pior entre as marcas que figuram no ranking das dez mais vendidas. A Peugeot, com apenas 26.087 carros vendidos (vendeu 2,5 mil no ano passado), caiu 5,4% a Toyota vendeu 2,5% a menos e a Hyundai regrediu pela primeira vez nos últimos anos, embora tenha perdido apenas 0,5%: vendeu apenas 168 carros a menos que no primeiro quadrimestre de 2010.

FONTE: Web Motors